Antes da Estante

Onde comprar

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on abril 17, 2009

Muita gente tem me perguntado onde é possível comprar o “Festa Infinita”. Bom, a Ediouro tem um eficiente esquema de distribuição e logo mais ele deve estar numa livraria perto de você.

Como o livro vai pro Brasil inteiro, contudo, é possível que em algumas regiões ele demore um pouco mais para chegar às prateleiras.

Para quem não encontrou o livro, ou não está a fim de se descambar até uma livraria, minha sugestão é que compre pela internet. Recomendo, em especial, o site da livraria Cultura, que tem um bom serviço de entrega e onde o Festa está com um desconto caprichado.

Para acessá-lo, basta clicar na imagem da capa do livro, aqui na lateral direita.

Boa leitura!

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Festa Infinita na net

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on abril 7, 2009

Hoje, das 17h às 18h, no www.alltv.com.br.

Lançamento

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on março 6, 2009

Está marcado, confirmado e aprovado. O lançamento será  dia 4 de abril, um sábado, por volta das 16h. O estabelecimento que terá o prazer de receber tão importante evento será a Livraria da Vila da rua Fradique Coutinho, em São Paulo.

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Posted in Extra by Tomás Chiaverini on novembro 28, 2008

Alguns dias de descanso. Novidades a partir do próximo dia 15…

Cama de Cimento na TV

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on setembro 19, 2008

Pois é, caros leitores do Antes da Estante, a fama vem a galope, arrastando tudo à sua volta como o furacão Ike. Quem estiver desocupado neste fim-de-semana pode se divertir um pouco rindo da cara deste que vos escreve, gaguejando diante das câmeras.

Há alguns meses concedi uma entrevista, profunda como as escavações do pré-sal, à pequena, porém notável, TV Mackenzie. Ela será exibida neste sábado (20h30) e reprisada no domingo (15h30).

Assunto: Cama de Cimento. Canais: NET, 11; TVA, 71 e 187.

“Rave”

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on setembro 17, 2008

De acordo com o Michaelis:

n 1 delírio, acesso de cólera, fúria. 2 coll elogio exagerado. 3 moda passageira, novidade. 4 festa louca e animada. • vi 1 delirar, tresvariar, proferir palavras incoerentes. 2 enfurecer, encolerizar. 3 ser louco por, querer a todo custo. 4 falar com demasiado entusiasmo, elogiar exagera­damente. rave-up Brit coll festa muito louca. to rave about one’s abilities fazer alarde de suas qualidades. to rave after querer a todo custo. to rave up festejar, divertir-se.

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Em campo

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on agosto 27, 2008

Mais uma página criada no Antes da Estante.

Agora, no link “Raves  visitadas”, será possível saber que eventos foram xeretados, espionados e dissecados para a elaboração do livro.

Está ali à direita, embaixo do “Leituras Relacionadas (em ordem de ocorrência)”.

O Ecstasy numa visão cômico-publicitária

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on agosto 13, 2008

Mais um dia no escritório

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on agosto 3, 2008

Novas

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on julho 23, 2008

Quase um ano depois da publicação de “Cama de Cimento”, recebi da Ediouro os originais do texto final, revisado, em formato Word. Aproveitando a deixa, coloco todo o emocionante primeiro capítulo aqui, no Antes da Estante.

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A pista principal

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on julho 23, 2008

Uma verdadeira pista de pouso para ETs em pleno cerrado
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Posted in Extra by Tomás Chiaverini on julho 15, 2008

Chiaverini sobreviveu e passa bem.

Conclusão – Sentindo na pele

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on junho 11, 2008

5h28

Bebo água. Não sinto vontade, mas bebo porque sei que tenho. Maxilar sem chiclete seria insuportável.

DJ ruim atrapalha. Estou calmo. Mente a mil, mas calmo.

Murilo fica lá em cima como uma santidade hindu. [um dos organizadores da festa, já entrevistado]

Putz, esses barulhinhos. Parecem insetos brilhantes.

5h32

Tenho que oferecer essas anotações para pesquisa.

Cara tenta arrumar briga tirou um pouco meu êxtase e carregou energia da pista.

Nada mais agradável do que música eletrônica. Labareda. [show de pirofagia]

5h36

DJ ruim atrapalha muito, mesmo assim é bom.

5h43

Bebo mais água sem vontade. Desse estranho, espessa.

5h55

Acendem a Respect. [letreiro com nome da festa pega fogo]

Efeitos do Ecstasy começando a baixar. Estou um pouco surdo. Efeitos colaterais. Chill Out parece um cemitério, gente deitada jogada no chão. [outra saída da pista para conferir andamento da festa]

Pista bombando. Perna pesada, mas preciso voltar para pista. Nunca tive tanta lucidez e noção do meu físico.

Quando me aproximo da pista os efeitos parecem aumentar.

06h02

Muita gente entrando, barracas lotadas, fila para tudo, pra comprar ficha, pra comprar cerveja, pra comprar água.

Ficar aqui sem ter tomado nada não deve ser coisa boa.

Passa muito rápido. Assim como bate, passa muito rápido.

Vista de cima a pista parece um formigueiro.

Deitar descansar um  pouco. Um pouco de calor, suando bastante. [me deito no gramado, perto da pista]

06h06

Sem sono nenhum, o dia começa a amanhecer. Eu estou deitado no chão, olhando o céu, o sol nascendo iluminando as nuvens. A música continua.

Não está me incomodando, pelo contrário. Agradável. Muito cheio. Poderia me incomodar se eu estivesse sóbrio, eu sei disso, mas não me incomoda agora.

06h11

As pessoas passam e quase pisam na minha cabeça e eu não ligo. A festa em si parece não importar muito sob efeito do  ecstasy. Experiência individual. Música é tudo o que importa.

Mas agora que estou aqui, deitado no chão, olhando par ao céu, parece bem melhor do que se eu estivesse num clube na cidade.

Poderia dormir se quisesse. Mas não parece necessário.

Efeito do maxilar passou. Mas ainda tem um bom tanto de ecstasy. Me sentido muito bem. Apesar de não ter vontade de dançar, música continua agradável.

06h15

Mente continua muito acurada, mais do que nunca. Não existe nóia. Posso ficar deitado na grama sem me preocupar com o que os outros estão pensando.

Se tivesse outro ecstasy eu tomava agora.

Amanhã: efeitos colaterais…

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Sentindo na pele – continuação

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on junho 10, 2008

– 4h52

Luzes lazer voam. Parece divertido. Mas nada se compara ao som. Baixos.

Cabeça a mil, não consigo parar de pensar. Otimismo. Sucesso. Preocupação apologia. Vai tudo dar certo.[pensamentos e sentimentos eram em relação ao livro]

4h53

Esses barulhinhos!

Não consigo parar de anotar. Quero dançar.

Clareza mental, mente muito mais ágil. Focada na experiência, no livro. Quero baixos, graves.

5h01

Não sinto o tempo passar. Não vou mais guardar o bloco. Posso ficar aqui sendo espancando pelo resto da vida. Esses Barulinhos! Anoto no escuro cada vez mais.

5h03

Não quero pular, mas meu corpo se move, principalmente cabeça. Esses barulinhos. Entendo porque alguém pode morrer desidratado.

Mais perto. 10 metros. [distância das caixas de som] Prejudicial, sem dúvida, mas muito melhor. Minha calça vibra e massageia pelos das pernas.

Boca seca. Chiclete bom. Esses barulhinhos. Me desequilibro. Não estou tonto, mas música me levanta. Se pulasse cairia.

5h05

Deviam distribuir ecstasy no pescoção. [pescoção é gíria jornalísica para a jornada extra feita na sexta-feira para terminar o jornal de domingo, geralmente acaba por volta das 5h de sábado]

5h08

Maxilar incontrolável. Chiclete bom. Música me comanda. Foda-se o Dj. Música. [considerações sobre importância do DJ, que me pareceu muito pequena]

5h10

Me seguro para não anotar tanto. Viver. Mas quero anotar. Mente a mil. Sinto a textura do papel na ponta da caneta. Maxilar enche o saco.

Esses barulhinhos. Me preocupo se bloco não vai acabar. Anoto letra menor. Pirulito não parece má idéia.

Encontro amiga. Sem vontade conversar.

5h14

É feito para E, sem dúvida. [música eletrônica]. Enxergo no escuro.

Pista muito cheia. Fora, multidão. Meninas e meninos brincam com elástico, muita gente. [Saí da pista para conferir como a festa progredia]

5h20

Há fila para tudo, mas não me importo porque não preciso de nada. Talvez outro bloco.

Me afasto da pista. Barulinhos me perseguem. Maxilar. Mordo bochecha. Banheiro mulheres fila impossível. Visão meio embaralhada. [no claro]

Fora da pista é impossível. Ah, que beleza é a pista e suas luzes roxas. Menina do encontrão pára e me olha.

QUERO MAIS . Fim do livro. [foi uma idéia de como terminar o livro, dizendo precisar de mais festa]

Se a festa acabasse agora seria horrível.

Continua amanhã…

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Posted in Extra by Tomás Chiaverini on junho 3, 2008

*Chiaverini em crisE*

Agora é certeza!

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on maio 8, 2008

Nesta bucólica tarde de quinta-feira, o “Projeto Rave” foi aprovado com entusiasmo pelo conselho editorial da Ediouro.

Leituras relacionadas

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on maio 7, 2008

Uma nova página foi criada no Antes da Estante, ali na barra lateral à sua direita. É uma lista com os livros, teses e afins que estão sendo lidos para a elaboração do livro. Sugestões serão bem vindas. Aliás, sugestões são sempre bem vindas.

Gay Telese está resfriado

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on abril 17, 2008

Há mais ou menos um mês, estou eu terminado de ler “A Mulher do Próximo”, quando abro a Folha de S.Paulo de manhã e encontro, na entrevista de segunda, um texto incrível com o senhor Gay Talese falando sobre os escândalos sexuais que envolvem os governadores de Nova Iorque.

A entrevista (que pode ser lida na Folha, por assinantes) traz colocações no mínimo interessantes. O vovozinho Talese insinua, por exemplo, que talvez o presidente Bush esteja, como dizer… carente de aventuras extra-conjugais.

Segundo a lenda do jornalismo, os melhores presidentes dos EUA (Kenedy, Clinton, etc) tinham assessoria especial para desopilação do fígado, o que talvez diminuísse a tensão diária do trabalho e amenizasse o impulso bélico natural dos nossos irmãos anglo-saxões.

Mas o mais divertido e o que mais chamou atenção no texto, foi mesmo a primeira linha: “Gay Talese está resfriado”. Uma tirada genial e referência clara ao famoso perfil de Sinatra.

Para completar as curiosidades, o texto era escrito pelo excelente repórter e meu ex-colega de Cotidiano, Daniel Bergamasco. Atualmente ele é o correspondente da Folha nos EUA, cargo geralmente ocupado pelos profissionais mais competentes da redação.

Como Mr. Daniel é um cara muito gente boa, resolvi mandar meus cumprimentos pela matéria. No mesmo dia, entrei no Orkut dele e deixei um recado dando os parabéns

A resposta:

“É muita sorte ligar pro Gay Talese e ele estar resfriado, desacreditei.”

Como encontrar um traficante de ecstasy

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on abril 1, 2008

Aviso aos navegantes: o Antes da Estante não incentiva o uso e muito menos o tráfico de drogas. O post que se segue tem como único propósito mostrar como é fácil comprar ecstasy sem nem mesmo sair de casa e como o tráfico de drogas está disseminado na Internet.

  • 1) Entre no Orkut
  • 2) Digite “rave” no campo de busca (no alto à direita) e clique na lupinha.
  • 3) Clique na segunda comunidade da lista: “Quero ir a rave de Madagascar”.
  • 4) Clique no link “Vendo lança perfumes, doces e balas…”

É isso. A partir daí é possível ter contato direto com um traficante de ecstasy, LSD e lança perfumes.

A entrega, segundo o sujeito, é feita por SEDEX, via caixa postal.

NÃO RECOMENDO CLICAR NO PERFIL DO TRAFICANTE pois ele pode saber quem acessou.

Ressalto ainda que o ecstasy é uma droga ilícita e, portanto, não passa por qualquer controle de qualidade.

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Sobre o post anterior….

Posted in Extra by Tomás Chiaverini on março 17, 2008

Ele foi estruturado basicamente a partir de uma entrevista que fiz com o chefe dos investigadores da DISE – Divisão de Investigação Sobre Entorpecentes.

Apesar de um tanto parcial, a história de Ney, sobre como o crime organizado descobriu o ecstasy depois que a polícia prendeu os filinhos de papai que os comercializavam, dá o que pensar sobre a legalização das drogas.

Agora estou à cata de algum médico que possa me falar sobre outros aspectos da droga. Em breve, portanto, mais ecstasy no Antes da Estante.

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