Antes da Estante

Projeto “rave” estréia na imprensa especializada.

Posted in De segunda by Tomás Chiaverini on agosto 18, 2008

Segue abaixo a abertura da entrevista que dei para o site Essential, do Limão:

FALAMOS COM… Tomás Chiaverini. Jornalista. 27 anos. Autor do “Cama de Cimento”, livro que narra a vida dos moradores de rua da cidade de São Paulo. Por hora está trabalhando no seu segundo livro, ainda sem título, que explora o fenômeno da cultura trance.

Rapaz de rosto simpático e perguntas curiosas. Um belo ouvinte. Aquele tipo de pessoa que você pode ficar por horas conversando que o assunto nunca acaba. Ele observa tudo. Participa em silêncio. Não entra na dança. É profissional, diria.

O conheci por acaso na viagem para o Festival Trancendence, em que estávamos no mesmo ônibus participando da rota de 25 horas até Alto Paraíso, em Goiás. Tomás colhia material para o seu livro. Era novato no mundo das festas eletrônicas, e já encarava um festival como o Trancendence.

Tomás se sentava no banco atrás do meu. Nas paradas dividíamos um dedo de prosa e um cigarro a tira colo. Mas seu maior companheiro era um bloco de folhas amarelas e uma caneta bic. Ele sempre anotava algo. Isso intrigava a mim e a todos que estavam naquele ônibus. A pergunta que corria entre os acentos: Como será que vai ficar esse livro?

Em entrevista ao Essential, ele conta como está sendo a elaboração do livro, que despertou a curiosidade da galera. Explica também o que o levou a ser jornalista, e como chegou até os livros. E, claro, quais suas pretensões com o seu novo título e como está sendo essa novidade em sua vida, afinal, ele está passando por tudo que um bom raver passa, ou já passou…

Confira, vale a pena!

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4 Respostas

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  1. adrio inveriach said, on agosto 19, 2008 at 00:14

    ” afinal, ele está passando por tudo que um bom raver passa, ou já passou…”

    Ihh!!!!

    O não envolvimento participativo está correndo perigo!!!!
    Será que nosso jovem jornalista vai virar raver???
    Com aquelas puta caixa de som ocupando o porta mala inteiro, fazendo tremer as janelas das casas por onde passa?…. víííge….

  2. orlando said, on agosto 19, 2008 at 15:06

    Rapaz de rosto simpático e perguntas curiosas… Hehehe… seria o Harry Potter? Ou o Frodo? Não, é o Super TC, o super-herói investigativo não-envolvido-mas-participativo… Brincadeira, gostei da matéria, é que os termos são engraçados, talvez não usuais. Mas é verdade, sua cara inspira empatia…

  3. Tomás Chiaverini said, on agosto 19, 2008 at 17:16

    Apesar de alguns colegas não darem muita importância, o fato é que a simpatia é um pré-requisito para a profissão de jornalista. E que pré-requisito.

  4. orlando said, on agosto 20, 2008 at 02:39

    Na verdade, meu caro TC, há quem valorize exatamente o contrário: a antipatia. Fazem tipo, se auto-“olimpizam”, dando ares de Paulo Francis do século XXI. E o pior é que por mais falso que soe e que realmente só sirva como auto-defesa e para disfarçar falta de conteúdo isso ainda funciona. Complexo de colônia.


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