…sobre Tomás Chiaverini
Tomás Chiaverini nasceu em São Paulo no afortunado ano de 1981. Desde sempre afeito a excentricidades, coleciona um punhado de bizarrices no currículo.
Aos 14 anos, excursionou pelo arquetípico estado do Arizona (EUA) como terceiro violoncelista da Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil do Brooklin. Aos 17 resolveu tornar-se piloto de helicóptero. Frequentou aulas, pilotou por alguns minutos, foi aprovado em exames físicos e teóricos, mas desistiu logo.
Em julho de 1999, aos 18 anos, amealhou dois amigos malucos, meteu-se num Uno Mille usado e, com apenas alguns trocados no bolso, dirigiu até Ushuaia (Terra do Fogo), a cidade mais austral do planeta. Foram 37 dias, 21 noites dormidas no carro, 18 mil quilômetros percorridos, alguns dedos congelados, e as primeiras reportagens, transmitidas pela rádio Eldorado FM. A expedição rendeu também o primeiro livro, um diário de viagem, nunca publicado.
No ano 2000, ingressou no curso de jornalismo do Mackenzie e, um ano depois, no de Geografia, da USP. Frequentou ambas as faculdades por pouco mais de dois anos, mas abandonou a Geografia quando se formou jornalista, em 2004.
A obtenção do diploma, entretanto, não colaborou para aplacar as excentricidades. Logo após deixar as salas de aula, arrumou a mochila e descambou-se para Manaus, em busca de pautas para apurar como freelancer. Nos cinco meses que passou na região norte (Amazonas, Pará e Roraima) produziu matérias importantes, publicadas por Carta Capital, Caros Amigos e Agência de Notícias Brasil-Árabe.
De volta a São Paulo, durante todo o ano de 2005 dedicou-se à elaboração do livro-reportagem Cama de Cimento, sobre populção de rua. Para isso, entrevistou inúmeros especialistas e desabrigados, infiltrou-se, passou noites embaixo de viadutos, disfarçou-se de morador de rua e foi recolhido a um albergue da prefeitura. O resultado do trabalho, contudo, só seria publicado mais de dois anos após o início da apuração, em setembro de 2007, pela Ediouro.
Antes disso, no início de 2006, foi selecionado pelo programa de treinamento da Folha de S.Paulo, onde trabalhou por mais de dois anos, em editorias diversas. Nos primeiros meses de 2008, deixou o jornal para dedicar-se exclusivamente à elaboração do livro Festa Infinita, sobre as festas rave no Brasil.
Seguindo a linha apresentada em Cama de Cimento, este segundo trabalho, lançado em abril de 2009, também usa técnicas de apuração e redação próprias do que convencionou-se chamar de jornalismo literário. Através das experiências vividas pelo repórter, o leitor se vê transportado para o centro da ação retratada.
Em março de 2011 laçou seu primeiro romance, Avesso, pela editora Global.
Para falar com Tomás Chiaverini, mande um e-mail para tchiaverini@gmail.com Será respondido com a máxima presteza.
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Quero parabeniza-lo pelo excelente livro “Cama de cimento”, através da leitura pude acompanhar de perto a sua incrivel aventura nas ruas.
Parabéns, muito sucesso.
Estou muito curiosa para ler “Festa Infinta” que pelo q eu ouvi… tem algum trecho em q fala de uma garota… a qual, seria eu! Rs…Rs…Rs… abraço
Ops… esqueci de Parabenizá-lo, pois me falaram muito bem do livro! Ainda vou ter a oportunidade de ler
Venho por meio desse parabenizá-lo pelo livro “festa infinita” onde acabo de ler neste instante no dia 06/01/2010 as 17:06 hs, onde acabo de voltar do UNIVERSO PARALELLO que foi realmente uma experincia muito diferente em toda minha vida de festas trances!!!
Cara vc é foda!!!!!!
Parabens mesmo de coração
(gostaria de saber se vai passar por belo horizonte pois queria te conhecer pessoalmente)?????????
Obrigado Flávia, Francine e Jonatas.
Gostaria de parabeniza-lo pelo excelente trabalho no livro “cama de cimento” adorei lê-lo , inclusive em um dos meus trabalhos escolares o apresentei e divulguei. Alguns de meus amigos de sala se interessaram e me pediram emprestado.. Parabéns, gostei de versade *-*