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	<title>Antes da Estante</title>
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	<description>cultura, comportamento, literatura, jornalismo</description>
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		<title>Antes da Estante</title>
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		<title>As surreais lições de Zé do Caixão, na Piauí 61</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 14:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[José Mojica Marins]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Piauí]]></category>
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		<description><![CDATA[O doce mais doce que o doce As lições gasosas de Zé do Caixão para aprendizes de detetive por Tomás Chiaverini Apertados em carteiras de fórmica bege, os 38 aspirantes a detetive particular silenciaram assim que Zé do Caixão adentrou a sala de aula. Passava um pouco das 10 horas de um sábado. O sol entrava [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1145&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O doce mais doce que o doce</h3>
<p>As lições gasosas de Zé do Caixão para aprendizes de detetive</p>
<div>
<p>por <em>Tomás Chiaverini</em></p>
<p>Apertados em carteiras de fórmica bege, os 38 aspirantes a detetive particular silenciaram assim que Zé do Caixão adentrou a sala de aula. Passava um pouco das 10 horas de um sábado. O sol entrava pelos janelões e diminuía a aura macabra do cineasta, levemente encurvado aos 75 anos. As unhas longuíssimas, encardidas e retorcidas – seu traço distintivo mais marcante – haviam sido cortadas duas semanas antes. Ele tampouco trajava a característica capa preta sobre a camisa. Mas isso não impediu que, ao lado do quadro-negro, José Mojica Marins atraísse total atenção dos alunos do Instituto Universal dos Detetives Particulares, no Centro de São Paulo.</p>
<p><em><a title="Esquina" href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-61/esquina/o-doce-mais-doce-que-o-doce" target="_blank">Leia matéria na íntegra&#8230;</a></em></p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1145/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1145/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1145&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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		<title>Loyola, Verissimo e Zuenir, na revista piauí 60</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/09/19/loyola-verissimo-e-zuenir-na-revista-piaui-60/</link>
		<comments>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/09/19/loyola-verissimo-e-zuenir-na-revista-piaui-60/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[feiras literárias]]></category>
		<category><![CDATA[Flip]]></category>
		<category><![CDATA[Ignácio de Loyola Brandão]]></category>
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		<description><![CDATA[Os feirantes No novo cenário das letras nacionais, Loyola Brandão, Verissimo e Zuenir Ventura dão autógrafos, apertam mãos, sorriem e tiram fotos por Tomás Chiaverini gnácio de Loyola Brandão subiu nas asas da fama aos 8 anos de idade, quando matou os sete anões e libertou Branca de Neve da escravidão doméstica. O crime ocorreu num [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1143&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Os feirantes</h2>
<h3>No novo cenário das letras nacionais, Loyola Brandão, Verissimo e Zuenir Ventura dão autógrafos, apertam mãos, sorriem e tiram fotos</h3>
<p>por <em>Tomás Chiaverini</em></p>
<p><img src="http://revistapiaui.estadao.com.br/assets/media/images/geral/i_v1.gif" alt="" />gnácio de Loyola Brandão subiu nas asas da fama aos 8 anos de idade, quando matou os sete anões e libertou Branca de Neve da escravidão doméstica. O crime ocorreu num exercício de redação no qual a criançada imaginava finais alternativos para as histórias que lia. No de Loyola, a heroínaliquidou os baixotes com uma sopa de cogumelos venenosos e viveu feliz para sempre.</p>
<p>A glória veio quando a professora leu o desfecho inusitado na sala de aula. Bastou Dunga, Zangado e companhia caírem mortos para que, com uma gargalhada em uníssono, todos voltassem os olhos de admiração para a última fileira, onde o introvertido autor costumava se sentar.</p>
<p>“Eu era pobre, feio e tímido, e as meninas nunca me davam bola”, lembrou o escritor. “Mas naquele momento me senti olhado e, inconscientemente, decidi que a literatura seria o meu caminho. Foi também meu primeiro momento de celebridade, quando a classe saiu no recreio espalhando: ‘O Ignácio matou os anões! O Ignácio matou os anões!’”</p>
<p>Seis décadas depois, num entardecer de julho, Loyola caminhava sobre as pedras irregulares do centro histórico de Paraty. Em meia hora, subiria ao palco da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o festival de Cannes da literatura brasileira. Aos 74 anos, quase cinquenta como escritor, garantiu que estava tão nervoso quanto naquela manhã em Araraquara, quando a professora leu sua redação em voz alta para os colegas. “Eu sempre fico tenso antes de me apresentar”, gesticulou com os óculos na mão. “E se não fico, sai uma merda.”</p>
<p><a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-60/questoes-litero-festivas/os-feirantes" target="_blank">Leia matéria na íntegra&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1143&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Conheça a rede de TV árabe Al Jazeera, na edição 49 de Retrato do Brasil</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/08/16/conheca-a-rede-de-tv-arabe-al-jazeera-na-edicao-49-de-retrato-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 13:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Al Jazeera]]></category>
		<category><![CDATA[oriente médio]]></category>
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		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[ As Batalhas da Al Jazeera A emissora árabe, que ficou famosa após divulgar vídeos de Osama bin Laden, foi bombardeada pelos EUA, teve um cinegrafista preso em Guantánamo por sete anos, desempenhou papel determinante nas recentes revoltas do Oriente Médio e recebeu elogios de Hillary Clinton por Tomás Chiaverini NO INÍCIO DE  2003, a Guerra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1138&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2> As Batalhas da Al Jazeera</h2>
<h4><em>A emissora árabe, que ficou famosa após divulgar vídeos de Osama bin Laden, foi bombardeada pelos EUA, teve um cinegrafista preso em Guantánamo por sete anos, desempenhou papel determinante nas recentes revoltas do Oriente Médio e recebeu elogios de Hillary Clinton</em></h4>
<h4><em></em><span class="Apple-style-span" style="font-weight:normal;"><em>por</em> Tomás Chiaverini</span></h4>
<p>NO INÍCIO DE  2003, a Guerra do Iraque monopolizava o noticiário internacional. Sob o argumento de que o ditador Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa, o governo de George W. Bush iniciara uma pesada ofensiva contra o país árabe. A operação avançou rapidamente e 20 dias após o início do conflito tropas norteamericanas cobriam a cidade de Bagdá com uma intensa chuva de mísseis.</p>
<p>No escritório da rede de TV Al Jazeera na capital iraquiana, ouvia-se uma interminável sequência de explosões e disparos, como se a guerra fosse invadir o local a qualquer momento. Enquanto parte da equipe da emissora queria subir ao telhado do prédio para registrar a troca de tiros, o produtor sênior Samir Khader continha os ânimos, pedindo que esperassem o combate se afastar. Durante algum tempo, técnicos, produtores e repórteres apenas ouviram os estrondos e estampidos. Quando o conflito pareceu arrefecer, Khader ordenou que o correspondente Tarek Ayub e um operador de câmera subissem à cobertura.</p>
<p>Minutos mais tarde a transmissão teve início, mas tudo que se via na sala de edição era a imagem do correspondente sentado no chão, com as costas apoiadas contra uma barricada de sacos de areia. Usava um pesado capacete de combate e um colete à prova de balas azul-escuro, que lhe cobria o tronco até o pescoço. Trazia no rosto uma expressão tensa, mistura de medo, incompreensão e ansiedade.</p>
<p>Da sala de controle, o editor ordenou ao cinegrafista que deixasse de filmar o repórter, voltasse as lentes para a rua e procurasse mostrar cenas do bombardeio que destruía a cidade. O técnico obedeceu e passou a procurar imagens aleatoriamente.</p>
<p>Enquanto isso, outro corresponde da Al Jazeera na cidade, ao telefone com um editor, avisou que um caça norte-americano se aproximava da emissora com o nariz baixo, numa manobra característica de ataque. O cinegrafista que estava com este segundo correspondente acompanhou o voo rasante da aeronave e registrou o momento em que três pequenos pontos incandescentes se desprenderam do caça. Três mísseis lançados simultaneamente. Um deles atingiu em cheio o telhado do escritório da Al Jazeera, matando na hora o correspondente Tarek Ayub e ferindo o operador de câmera.</p>
<p><a href="http://dl.dropbox.com/u/32981195/Al%20Jazeera%20PDF.PDF" target="_blank">Continue lendo&#8230;</a></p>
<p><a href="http://www.oretratodobrasil.com.br/" target="_blank">Confira o site da Retrato </a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1138/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1138/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1138&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Campeonato de cubo mágico, na polêmica Piauí 59</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/08/15/campeonato-de-cubo-magico-na-polemica-piaui-59/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada um no seu quadrado É de Uberlândia o recordista sul-americano de montagem de cubo mágico por Tomás Chiaverini ara os pobres de espírito, o cubo mágico é um brinquedo dos mais irritantes. Tentativas obstinadas para deixar cada um de seus seis lados com quadradinhos da mesma cor não costumam render mais do que horas perdidas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1135&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Cada um no seu quadrado</h2>
<h4>É de Uberlândia o recordista sul-americano de montagem de cubo mágico</h4>
<p>por <em>Tomás Chiaverini</em></p>
<p><img src="http://revistapiaui.estadao.com.br/assets/media/images/geral/p.gif" alt="" />ara os pobres de espírito, o cubo mágico é um brinquedo dos mais irritantes. Tentativas obstinadas para deixar cada um de seus seis lados com quadradinhos da mesma cor não costumam render mais do que horas perdidas e frustração. A maioria desiste e larga numa gaveta qualquer o quebra-cabeça endiabrado. Os mais arrebatados destroem o cubo a marretadas ou arremessam-no contra a parede, num compreensível acesso de ira.</p>
<p>Mas, assim como existem aqueles que conseguem assoviar, estalar os dedos, mexer as orelhas ou dobrar a língua, há também uma elite privilegiada capaz de resolver o quebra-cabeça com certa facilidade. Pior: há cidadãos que desembaralham o tinhoso com uma rapidez de dar raiva aos reles mortais. O australiano Feliks Zemdegs, o mais ligeiro do mundo na solução do cubo mágico, ajeitou certa vez os seis lados em espantosos 5,66 segundos – pouco mais de metade do tempo que o jamaicano Usain Bolt levou para bater o recorde dos 100 metros rasos. Zemdegs tem 15 anos.</p>
<p><a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-59/esquina/cada-um-no-seu-quadrado" target="_blank">Continue lendo&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1135/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1135/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1135&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Avesso, no jornal A Gazeta</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 13:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avesso]]></category>
		<category><![CDATA[ficção brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[romance brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Escritor se equilibra entre ficção e realidade  Com dois livros-reportagem no currículo, Tomás Chiaverini faz sua estreia na ficção Tiago Zanoli tzanoli@redegazeta.com.br Basta uma olhadela pela história de Tomás Chiaverini para perceber que ele é movido pela necessidade de estar em constante movimento, de descobrir novos lugares e diferentes personagens. Há sete anos, por exemplo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1130&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Escritor se equilibra entre ficção e realidade</h1>
<h3> Com dois livros-reportagem no currículo, Tomás Chiaverini faz sua estreia na ficção</h3>
<p><em>Tiago Zanoli</em><br />
<em> tzanoli@redegazeta.com.br</em></p>
<p>Basta uma olhadela pela história de Tomás Chiaverini para perceber que ele é movido pela necessidade de estar em constante movimento, de descobrir novos lugares e diferentes personagens. Há sete anos, por exemplo, ele mal concluíra o curso de Jornalismo, quando decidiu aventurar-se pelo Norte do país à procura de histórias que lhe rendessem boas reportagens.</p>
<p>Passou cinco meses entre Amazonas, Pará e Roraima e, de lá, escreveu como freelancer para as revistas &#8220;Carta Capital&#8221; e &#8220;Caros Amigos&#8221; e a Agência de Notícias Brasil-Árabe.</p>
<p>O melhor fruto dessa experiência, no entanto, chega bem mais tarde, com a publicação do romance &#8220;Avesso&#8221;, lançado recentemente pela editora Global. Na obra, Chiaverini joga o tempo inteiro com ambiguidades, se equilibrando no tênue limite entre ficção e realidade, entre jornalismo e literatura, ao narrar (em primeira pessoa) a viagem de um jovem jornalista recém-formado pela região amazônica.</p>
<p><a href="http://dl.dropbox.com/u/32981195/avesso%20gazeta.PDF" target="_blank">Confira matéria na íntegra&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1130/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1130/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1130&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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		<item>
		<title>O trabalho dos flanelinhas, na revista Retrato do Brasil</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/06/17/o-trabalho-dos-flanelinhas-na-revista-retrato-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 15:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Retrato do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Flanelinhas]]></category>
		<category><![CDATA[guardadores de carro]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Se Essa Rua Fosse Minha À margem da lei, os flanelinhas atuam nas grandes cidades sob o olhar desconfiado dos motoristas e sem o respaldo do poder público Por Tomás Chiaverini É noite no bairro boêmio da Vila Madalena,em São Paulo. Um“x” de fita reflexiva laranja sobre a camiseta pólo veste Alemão, 21 anos, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1127&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Se Essa Rua Fosse Minha</h1>
<h3><em>À margem da lei, os flanelinhas atuam nas grandes cidades sob o olhar desconfiado dos motoristas e sem o respaldo do poder público</em></h3>
<p>Por Tomás Chiaverini</p>
<p>É noite no bairro boêmio da Vila Madalena,em São Paulo. Um“x” de fita reflexiva laranja sobre a camiseta pólo veste Alemão, 21 anos, que se posta ao lado de uma vaga vazia e espera. Quando percebe algum motorista à procura de vaga, assobia e depois gesticula, ajudando na baliza. Assim que o motorista sai, informa que zelará pelo automóvel até às 2h. Mais tarde, quando o “cliente” volta, corre até perto do carro e espera pelos trocados que lhe garantem o sustento.</p>
<p>À primeira vista, o trabalho de Alemão parece bastante simples. Tão simples que, muitas vezes, nem sequer é visto como uma profissão. Foi esse argumento, por exemplo, que fez com que a prefeitura de Porto Alegre (RS) interrompesse, no início de 2010, um projeto de regulamentação da função de guardadores de carro, iniciado em 2009.</p>
<p>A baixa adesão dos flanelinhas – apenas 70 se cadastraram – foi um dos motivos para a interrupção do projeto. Mas o fator determinante, de acordo com o governo municipal, foi o fato de que os guardadores não colaboram para o aumento da segurança e não há demanda real pelo trabalho que oferecem. Para a Prefeitura de Porto Alegre, portanto, não faz sentido legalizar e fiscalizar um serviço que não deveria existir.</p>
<p>Essa aparente simplicidade esconde, contudo, um sistema complexo e intrincado de um fenômeno presente na maioria das metrópoles do país. Grande parte dos flanelinhas atua sempre na mesma área. Ao longo do tempo, eles descobrem os hábitos dos moradores e do comércio local, tornam-se conhecidos e ganham confiança. Apoiam e recebem apoio dos demais trabalhadores. Inserem-se no ecossistema urbano e frequentemente acabam dominando regiões inteiras da cidade.</p>
<p>Alemão, por exemplo, é praticamente dono da quadra onde trabalha, na rua Mourato Coelho, entre a Inácio Pereira da Rocha e a Aspicuelta,em São Paulo. Seudomínio sobre aquela área específica foi construído ao longo de onze anos. Hoje, ele sabe de cor a rotina de cada morador e conhece bem todos os outros guardadores de carro da região, o que lhe permite atuar com calma e segurança. Numa sexta-feira de fevereiro, a Retrato do Brasil acompanhou o flanelinha durante as cerca de 8 horas que sua noite de trabalho durou.</p>
<p>A jornada começou pouco depois das seis da tarde. Antes disso, ele havia levado cerca de 50 minutos para viajar de ônibus do Taboão da Serra (região metropolitana de São Paulo) a Pinheiros. Veio acompanhado da mãe, Simone, 34 anos, e de dois irmãos – H., de nove anos, e T., um bebê de um ano e meio. Simone faz questão de acompanhar o trabalho do filho mais velho.</p>
<p><a href="http://dl.dropbox.com/u/27221790/RB46FlanelasREV.pdf" target="_blank">Continue lendo&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1127&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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		<title>O crack e o trabalho de redução de dano, na revista Retrato do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 17:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Retrato do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>
		<category><![CDATA[cracolândia]]></category>
		<category><![CDATA[redução de danos]]></category>
		<category><![CDATA[retrato do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico de drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos Males o Menor Por Tomás Chiaverini Pedestres, Policiais militares e guardas-civis não reparam no garoto de uns oito ou dez anos que fuma crack na esquina da rua dos Gusmões com a avenida Rio Branco, no centro de São Paulo. Mesmo assim, ele está sempre atento, pronto para se esconder ou fugir, escapulindo para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1123&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Dos Males o Menor</h1>
<p>Por Tomás Chiaverini</p>
<p>Pedestres, Policiais militares e guardas-civis não reparam no garoto de uns oito ou dez anos que fuma crack na esquina da rua dos Gusmões com a avenida Rio Branco, no centro de São Paulo. Mesmo assim, ele está sempre atento, pronto para se esconder ou fugir, escapulindo para algum cortiço ocupado da região. Tanto que, quando o redutor de danos Marco Fuentealva se aproxima para conversar, ele se protege feito um avestruz, cobrindo a cabeça com um moletom azul-encardido.</p>
<p>Sorridente e bonachão, Fuentealva não se aflige com a postura arredia do menino e segue adiante. Vestindo a camiseta amarela do Centro de Convivência É de Lei (uma das primeiras ONGs a fazerem redução de danos no Brasil), embrenha-se num grupo com duas dezenas de pessoas maltrapilhas e sujas, cobertas de feridas nos rostos, braços e mãos. Quase todos estão agarrados a pequenos cachimbos de metal e observam o entorno com um olhar de desespero e incompreensão.</p>
<p>Aos poucos vão percebendo a presença de Fuentealva e de sua parceira de trabalho e se aproximam formando um pequeno aglomerado. Não há muito espaço para conversa. Todos já conhecem a rotina, repetida duas a três vezes por semana: avançam, pegam uma piteira de silicone, um batom protetor labial à base de calêndula e logo voltam a se afastar, acomodando-se pelos cantos da calçada suja.</p>
<p><a href="http://www.fileden.com/files/2011/1/21/3064011//RB44final_Redu%C3%A7%C3%A3o.pdf" target="_blank">Continue lendo&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1123&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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		<title>Na revista piauí deste mês</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/06/13/na-revista-piaui-deste-mes-2/</link>
		<comments>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/06/13/na-revista-piaui-deste-mes-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 16:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[Ornitologia]]></category>
		<category><![CDATA[parque villa lobos]]></category>
		<category><![CDATA[pássaros]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Piauí]]></category>

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		<description><![CDATA[As aves que aqui não gorjeiam Um ornitólogo holandês busca algo que cante em São Paulo por Tomás Chiaverini O sábado amanheceu nublado como num conto de Edgar Alan Poe. No Parque Villa-Lobos, às margens da Marginal Pinheiros, apenas dois ou três valentes paulistanos desafiavam o frio e trotavam, orgulhosos, com o peito estufado de saúde. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1121&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>As aves que aqui não gorjeiam</h1>
<h3>Um ornitólogo holandês busca algo que cante em São Paulo</h3>
<p>por <em>Tomás Chiaverini</em></p>
<p>O sábado amanheceu nublado como num conto de Edgar Alan Poe. No Parque Villa-Lobos, às margens da Marginal Pinheiros, apenas dois ou três valentes paulistanos desafiavam o frio e trotavam, orgulhosos, com o peito estufado de saúde. Às sete da manhã, o silêncio só é cortado pelo ronco distante dos aviões, que a cada dez ou quinze minutos cruzam o céu a caminho do Aeroporto de Congonhas.</p>
<p>Como nenhum pássaro se dá ao trabalho de cantar em homenagem ao dia cinzento, o desânimo abate o grupo de aficionados por aves que perambula pelo parque. Metidos em calças cáqui e botas de trilha, os catorze caminham devagar, em silêncio, olhos e ouvidos atentos. Alguns levam pequenos binóculos pendurados no pescoço, outros carregam gravadores de última linha, como os usados nos filmes de espionagem.</p>
<p><a title="Esquina - piauí 57" href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-57/esquina/as-aves-que-aqui-nao-gorjeiam" target="_blank">Continue lendo&#8230;</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/antesdaestante.wordpress.com/1121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/antesdaestante.wordpress.com/1121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1121&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Atendendo a pedidos, a primeira página de Avesso, pra degustação&#8230;</title>
		<link>http://antesdaestante.wordpress.com/2011/03/18/atendendo-a-pedidos-as-primeiras-paginas-de-avesso-pra-degustacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 20:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avesso]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Alto Solimões Um vento quente entra pelas frestas da parede de madeira. A lâmpada amarelada balança e me resgata de um sono agitado. Ouço o rio que corre alguns metros abaixo, escuro e sorrateiro, deslizando em toda a sua magnitude. Sento na cama e vejo que ela ainda dorme tranquila, deitada no chão de tábuas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1118&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Alto Solimões</em></p>
<p>Um vento quente entra pelas frestas da parede de madeira. A lâmpada amarelada balança e me resgata de um sono agitado. Ouço o rio que corre alguns metros abaixo, escuro e sorrateiro, deslizando em toda a sua magnitude. Sento na cama e vejo que ela ainda dorme tranquila, deitada no chão de tábuas da palafita.</p>
<p>Horas antes, eu a agarrava pelos cabelos pretos enquanto ela esfregava o corpo ondulante e suado sobre mim, enquanto ela se contorcia e respirava como se o ar úmido do Amazonas não fosse suficiente para saciá-la, como se queimasse por dentro e precisasse de mais oxigênio, de cada vez mais oxigênio para aumentar o calor da caldeira que se instalara em suas entranhas, para alimentar a combustão que eu lhe causava, para lubrificar seu calor que me apertava e no qual eu mergulhava com raiva e sem escolha. Eu a agarrava pelos cabelos pretos, a odiava e me afundava dentro dela só para me esquecer. Eu estava pagando, mas ela que gostava. Gemia e respirava aquele ar oco de quente, e eu a puxava mais, para perto e para longe, mas ela não percebia, respirava e ondulava violentamente derrubando gotas ferventes de suor dentro dos meus olhos.</p>
<p>Não imaginava que ela fosse tão leve nem que eu pudesse lançá-la ao chão com tanta força. Na parede. Na verdade ela bateu na parede de madeira antes, e toda a palafita balançou. Ela bateu nas tábuas de azul descascado e depois escorregou para o chão. Caiu nua e suada, escorregadia, com os cabelos lisos de índia cobrindo o rosto; mas não o suficiente para esconder seus olhos pretos, seus olhos negros que me encaravam com dúvida, com um resquício de prazer arrependido e com medo.</p>
<p><em> </em></p>
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			<media:title type="html">Tomás Chiaverini</media:title>
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		<title>Um brasileiro no 17º concurso paulista de karaokê &#8211; piauí 54</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 17:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tomás Chiaverini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ovelha negra As agruras de um brasileiro em um concurso nipônico de karaokê Por Tomás Chiaverini Avantajados ventiladores giravam sem descanso, mas não deram conta de refrescar a atmosfera saariana do auditório. Centenas de espectadores, em sua maioria senhores de olhos puxados, suavam e se abanavam inutilmente com leques de papel. No palco, os finalistas do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=antesdaestante.wordpress.com&amp;blog=3040427&amp;post=1116&amp;subd=antesdaestante&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Ovelha negra</h1>
<h3>As agruras de um brasileiro em um concurso nipônico de karaokê</h3>
<p><em>Por Tomás Chiaverini</em></p>
<p>Avantajados ventiladores giravam sem descanso, mas não deram conta de refrescar a atmosfera saariana do auditório. Centenas de espectadores, em sua maioria senhores de olhos puxados, suavam e se abanavam inutilmente com leques de papel. No palco, os finalistas do 17<sup>o</sup> Paulistão de Karaokê, que aconteceu em Sorocaba. A situação deles era ainda pior: ao contrário da plateia, não podiam desfrutar do conforto dos bermudões, camisetas sem manga e chinelos.</p>
<p>Luxo e glamour eram pré-requisitos. Mulheres exibiam vestidos longos ou impecáveis trajes de gueixa. Homens envergavam ternos, fraques, casacas, ou se embrulhavam em quimonos ricamente bordados. Flores artificiais, babados e paetês adornavam os cantadores de ambos os sexos. Havia especial predileção por lantejoulas furta-cor. A fim de explorar ao máximo esse brilho todo, luzes coloridas se movimentavam no proscênio e tornavam a temperatura ainda mais escaldante.</p>
<p>Nada disso abalou a calma dos candidatos, quase todos japoneses ou descendentes – segundo estimativas extraoficiais, cerca de 95% dos 604 participantes veem o mundo através de olhos puxados. Um a um eles subiram ao palco, fizeram uma rápida mesura de agradecimento e, com ritmo e afinação impecáveis, entoaram canções populares japonesas. Nada de Roberto, Wandeca ou Bruno &amp; Marrone. A legenda que passa ditando o ritmo também é coisa para amadores. No 17<sup>o</sup> Paulistão<em>, </em>as canções foram interpretadas de cor, em japonês. Era escassa a presença de não descendentes.</p>
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<p><em><br />
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